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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Escolaridade não previne gravidez na adolescência


"Uma coisa é saber como se previne doenças e gravidez, a outra é ter vergonha de usar tal método", diz especialista

Estudo revela que 54,7% das mães e 48,4% dos pais jovens passaram mais de oito anos na escola
Um estudo da Secretaria da Saúde de São Paulo, que reuniu 908 adolescentes – entre agosto de 1997 e janeiro de 2010 na Casa do Adolescente de Pinheiros (SP) – afirma que metade dos jovens que tiveram filhos antes dos 22 anos tem mais de oito anos de estudo.
As mães têm em média 17,5 anos quando engravidaram e começaram a vida sexual aos 15. Dessas, apenas 14% planejavam ter um filho. No caso dos meninos, a idade média dos pais é de 22 anos. E os números da escolaridade contrastam com o dado de que 61% dos entrevistados não preveniram a gravidez – o anticoncepcional oral foi usado por 19% das garotas e o preservativo, por 16% dos garotos.
Danielle Azevedo, 18 anos, tomava pílula e tinha conhecimento dos métodos contraceptivos. “Sempre me informei por meio da televisão, da internet e me consulto com a ginecologista regularmente. O erro de ter esquecido o anticoncepcional foi meu. Como eu tinha enjoos frequentes por causa da gastrite, nunca imaginei que estaria grávida”, conta. O pai, de 26 anos, já é formado. Casados, os dois vivem com a filha de três meses.
Segundo Albertina Duarte Takiuti, coordenadora do programa Saúde do Adolescente da Secretaria, os dados chamam atenção por quebrar o tabu de relacionar a falta de cuidado à falta de informação diretamente. “É importante trabalhar outros aspectos, especialmente as emoções, os medos e as angústias”, reforça. Para ela, os jovens se relacionam sexualmente muito cedo, o que resulta em falta de intimidade e insegurança na hora da busca pelo prazer imediato. “Enquanto o menino sente medo de falhar, a menina receia não agradar. Além disso, existe a magia da adolescência: eles acham que, no caso deles, é muito mais difícil engravidar ou contrair DSTs”, completa.
Mas, para Ana Cláudia Bortolozzi, psicóloga e PhD em Estudos da Sexualidade na Unesp, o fato de os jovens passarem mais de oito anos na escola não garante que eles recebam orientação sexual adequada. “A informação precisa fazer parte do processo educativo: na família e na construção dos valores sobre sexualidade. Uma coisa é saber como se previne doenças e gravidez, a outra é ter vergonha de usar tal método porque a mãe pode descobrir, porque a amiga pode falar mal ou porque o namorado acha que é falta de amor”, atesta. Saber nem sempre é colocar em prática.
A pesquisa ainda revela que o Estado de São Paulo registrou queda de 36,2% no número de adolescentes grávidas em 2008 se comparado a 1998. A coordenadora Albertina comemora a redução, que considera uma vitória do espaço público. “Focamos não na informação, mas no cotidiano do adolescente, na discussão sobre sexualidade e nas inseguranças”, diz. A psicóloga clínica Patricia Barreto acredita que o resultado se deve “ao fácil acesso às informações, aos relacionamentos familiares mais abertos e ao receio com a crescente estatística das DSTs”.
Para as especialistas, a maneira mais eficiente de diminuir o índice de casos de gravidez na adolescência – a não ser que a menina deseje ter um filho – é falar sobre sexo, sobre as mudanças que o crescimento e a própria sexualidade impõem, trocar experiências e informações e ter diálogo aberto com familiares e adultos confiáveis. “Luto pelo ideal de que exista a educação em sexualidade nas escolas com professores que sejam bem formados para que eles possam atuar em parceria com a família”, completa Ana Cláudia.


(créditos - jovem ig )

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mães



Mãe...
que na presença constante me ensinou
na pureza do seu coração a vislumbrar
caminhos...
Mãe...
dos primeiros passos, das primeiras
palavras...
Mãe...
é você que me inspira a caminhar...
Mãe...
do abraço, do beijo, que levo na
lembrança...
Mãe...
do amor sem dimensão, de cada momento,
dos atos de cada capítulo de minha vida
não ensaiados, mas vividos em cada
emoção...
Mãe...
da conversa do quintal, do acalanto do
meu sono aquecido de amor, aninhada
em seu coração...
Mãe...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...
Mãe...
Mulher a quem devemos a vida,
quem merece o nosso respeito,
nossa gratidão e nosso afeto.

FELIZ DIA DAS MÃES!!!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Floripa

OIIII gente, minhas aulas começam dia 1 de março, mas antes de voltar as aulas vim passar uma semana em florianopólis - SC. Sai de Poa as 4 horas da manhã e cheguei em floripa as 10 horas da manhã.

Bom vou aproveitar bastante neh, ultima semana de ferias.

bjuxxxx